O sentido mais provável que conseguiria me explicar, seria de palavras trocadas de um alguém com algum tipo de convivência ao meu lado, e que ainda não definiria tão bem o meu ser quanto o criador. Eu sou fruto do amor.
Todas as manhãs, crianças de uma favela chegam em pequenos grupos, com tapetes, descalços com vassouras e começam a limpar o espaço sob a ponte ferroviária subterrânea, que vai ser a escola para o resto da tarde.
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