Quem sou eu

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O sentido mais provável que conseguiria me explicar, seria de palavras trocadas de um alguém com algum tipo de convivência ao meu lado, e que ainda não definiria tão bem o meu ser quanto o criador. Eu sou fruto do amor.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

torn'




Eu pensei ter visto um homem trazido à vida, ele era carinhoso, ele chegou como se ele fosse majestoso, ele mostrou-me o que era chorar. Bom você não parece ser aquele homem que eu adorei, você não parece saber ou se importar para que serve o seu coração, mas eu não o conheço mais. Não há nada onde ele costumava estar, minha conversa tem chegado ao seco, é isto que está contecendo, não está nada bem, eu estou dilacerada, eu estou com frio e eu estou envergonhada, estando desnuda no chão, percebo que é uma ilusão jamais transformada em algo real. Eu estou bem atenta e posso ver, até mesmo o céu tão perfeito está dilacerado, esqueça tudo, você está um pouco atrazado. Eu devia apenas ter visto o que estava lá e não uma luz divina, mas você rastejou entre minhas veias e agora eu não me importo não tenho sorte, eu já não sinto tanto a falta, apenas há algumas coisas que fazem parte de mim e da minha volta que não posso mais tocar. Agora sim estou limitada e quebrada no chão. Isso logo passa, sou forte o suficiente para aguentar essa dilaceração até todas minhas partes se juntarem, as cicatrizes são coisas que não vão existir em mim. Te falei que eu apenas pensei... ?

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010




Descobertas foram realizadas, muitos detalhes esclarecidos e muitos deixaram um gosto de quero mais...O principal propósito de continuar caminhando é por algo que você ainda espere que chegue, sendo ele ruim ou não, você não seguiria em frente porque é muito forte e vai com tudo para cima do que lhe fez/faz mal, com certeza tem algo bom que te guie, nem que seja um predileto final feliz. Na busca incançável pela luz poucos deixam de enxergar os buracos que na maioria das vezes parecem que não existem, mas o inteligentes e recatados não se incomodam porcentavelmente com tal delírio, eles sabem como reagir em todas as situações. E os que pelo contrário tem como hobby quebrar a cara a cada degrau que se eleva? Taí. Eles ao menos aprendem alguma coisa, mesmo não ligando em quebrar a cara novamente, tolos porém conscientes. Logo a pilastra interior depende do que a sustenta para ficar em pé. Assim como dependemos de um sonho para continuar seguindo em frente.


~ Não deixe de sonhar, não deixe de sorrir...


Ninguém faria isso por você.

sábado, 6 de fevereiro de 2010


Descobrindo aos poucos tamanha ignorância.
Sagrada Família minha melhor família, meus pais e meu irmão o quão seus preciosos em minha vida e quase os deixei de vez. Dom para poucos amar tanto o que apenas se senti em o mais puro silêncio diurno e noturno dos dias mais belos e horrorozos aos meus costumes.
Meus pequenos passos me levaram a traçar um caminho de atitudes nas quais me orgulho de ter as feito mas me desespero por não ter as realizado mais cedo de modo que tenha sugado experiências de vida.
Posso me lembrar de todos os meus dias de mudança mental, os outros apenas os vivi.
Apenas queria ter colocado mais água no castelo de areia quem sabe ele não desmoronasse e eu não teria me frustrado em pensar em tanto esforço para perfeição jogado fora.
Meus verdadeiros amigos sempre me pediram que não pensasse que as pessoas fosse tão coloridas... Eu nunca respondi é que eu sabia que não eram, mas eu fazia de tudo para que todas fossem mais coloridas e felizes ao meu lado, apesar do lado escuro e sombrio que os humanos carregam todos são bons. Me incluo nisso.
Quer saber de uma das minhas melhores aprendizagens? Primeiro Sagrada Família, Depois Eu e bem depois os que tiram minha solidão terrestre. Aprendi isso com eles mesmo.
Só de refletir que um dia depositei confiança em alguém que não fosse Deus, me sinto mal; Que gostei de pecar me machuco por dentro; Matei pessoas com pensamentos, atos e palavras, abaixo a cabeça e sinto remorço. Aprendi a ser um boa filha do Senhor e minha Mãezinha Maria. Aprendi a aceitar os erros do próximo e mostrar-lhe o caminho que sigo para que ele me siga apesar de não brincar de de ser falso com cores supostamente boas à ele.
Preciso de muito mais que ser feliz.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

A pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo



Nossa Senhora Rainha da Paz !

Se perguntarmos a alguém se ele é filho de sua mãe, se esta verdadeiramente for a mãe dele, de certo nos lançará um olhar de espanto. E teria razão.
O homem, como sabemos, é composto de corpo e alma, sendo esta a parte principal do seu ser, pois comunica ao corpo a vida e o movimento.
A nossa mãe terrena, todavia, não nos comunica a alma, mas apenas o nosso corpo. A alma é criada diretamente por Deus. A mãe gera apenas a parte material deste composto, que é o seu ser. E como é que alguém pode, então, afirmar que a pessoa que nos dá à luz é nossa mãe?
Se fizéssemos essa pergunta a um protestante sincero e instruído, ele mesmo responderia com tranqüilidade: "é certo, a minha mãe gera apenas o meu corpo e não a minha alma, mas a união da alma e do corpo forma este todo que é a minha pessoa; e a minha mãe é mãe de minha pessoa. Sendo ela mãe de minha pessoa, composta de corpo e alma, é realmente a minha mãe."
Apliquemos, agora, estas noções de bom senso ao caso da Maternidade divina de Maria Santíssima.
Há em Jesus Cristo "duas naturezas": a natureza divina e a natureza humana. Reunida, constituem elas uma única pessoa, a pessoa de Jesus Cristo.
Nossa Senhora é Mãe deste única pessoa que possui ao mesmo tempo a natureza divina e a natureza humana, como a nossa mãe é a mãe de nossa pessoa. Ela deu a Jesus Cristo a natureza humana; não lhe deu, porém, a natureza divina, que vem unicamente do Padre Eterno.
Maria deu, pois, à Pessoa de Jesus Cristo a parte inferior - a natureza humana, como a nossa mãe nos deu a parte inferior de nossa pessoa, o corpo.
Apesar disso, nossa mãe é, certamente, a mãe da nossa pessoa, e Maria é a Mãe da pessoa de Jesus Cristo.
Notemos que em Jesus Cristo há uma só pessoa, a pessoa divina, infinita, eterna, a pessoa do Verbo, do Filho de Deus, em tudo igual ao Padre Eterno e ao Espírito Santo. E Maria Santíssima é a Mãe desta pessoa divina. Logo, ela é a Mãe de Jesus, a Mãe do Verbo Eterno, a Mãe do Filho de Deus, a Mãe da Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, a Mãe de Deus, pois tudo é a mesma e única pessoa, nascida do seu seio virginal.
A alma de Jesus Cristo, criada por Deus, é realmente a alma da pessoa do Filho de Deus. A humanidade de Jesus Cristo, composta de corpo e alma, é realmente a humanidade do Filho de Deus. E a Virgem Maria é verdadeiramente a Mãe deste Deus, revestido desta humanidade; é a Mãe de Deus feito homem.
Ela é a Mãe de Deus - "Maria de qua natus est Jesus": "Maria de quem nasceu Jesus" (Mt 1, 16).
Note-se que Ela não é a Mãe da divindade, como nossa mãe não é mãe de nossa alma; mas é a Mãe da pessoa de Jesus Cristo, como a nossa mãe é mãe de nossa pessoa.
A pessoa de Nosso Senhor é divina, é a pessoa do Filho de Deus. Logo, por uma lógica irretorquível, Ela é a Mãe de Deus.
A conseqüência da negação da maternidade divina é a negação da Redenção
Agora, qual é o fundo do problema dessa heresia? Analisemos alguns pormenores e algumas conseqüências de se negar a maternidade divina de Nossa Senhora.
Não foram os protestantes os primeiros a rejeitar o título de "Mãe de Deus" à Nossa Senhora.
Foi Nestório, o indigno sucessor de S. João Crisóstomo, na sede de Constantinopla, o inventor da absurda negação.
A subtilidade grega havia suscitado vários erros a respeito da pessoa de Jesus Cristo!
Sabélio pretendeu aniquilar a personalidade do Verbo. Ario procurou arrebatar a esta personalidade a áureola divinal; negaram os docetas a realidade do corpo de Jesus Cristo e os Apolinaristas, a alma humana de Cristo.
Tudo fora atacado pela heresia, na pessoa de Nosso Senhor; mas a cada heresia que surgia a Igreja infalível, sob a direção do Papa de Roma, saia em defesa da única e imperecível verdade: da pessoa do Verbo divino contra Sabélio; da divindade desta pessoa, contra Ário; da realidade do corpo humano de Jesus, contra os Apolinaristas.
Bastava apenas um ponto central para suportar o ataque da parte dos hereges: era a união das duas naturezas, divina e humana, em Jesus Cristo.
Caberia a Nestório levantar esta heresia, e aos filhos de Lutero continuarem a defender este erro grotesco.
Foi em 428 que o indigno Patriarca Nestório começou a pregar que havia em Jesus Cristo duas pessoas: uma divina, como filho de Deus; outra humana, como filho de Maria.
Por isso conclui o heresiarca, Maria não pode ser chamada Mãe de Deus, mas simplesmente Mãe de Cristo ou do homem.
Concebe-se o alcance de uma tal negação. Se as duas naturezas, a divina e a humana, não são hipostaticamente unidas em Nosso Senhor Jesus Cristo, de modo a formar uma única pessoa, desaparece a Encarnação e a Redenção, porquanto o Filho de Deus, não se tendo revestido de nossa natureza, não pode ser o nosso Redentor. Somente o homem Jesus sofreu. Ora, o homem, como ser finito, só pode fazer obras finitas. Logo, a Redenção não é mais de um valor infinito; Jesus Cristo não pode mais ser adorado, pois é apenas um homem; o Salvador não é mais o Homem-Deus. Tal é o erro grotesco que Nestório, predecessor de Lutero, não temeu lançar ao mundo.
Ora, os protestantes não querem levar às últimas conseqüências a negação da maternidade divina de Nossa Senhora. Admitem em Jesus Cristo duas naturezas e uma pessoa, mas lhes repugna a união pessoal (hipostática) das duas naturezas na única pessoa de Jesus Cristo.
Basta um pequeno raciocínio para reconhecer como necessária a maternidade Divina da Santíssima Virgem: Nosso Senhor morreu como homem na Cruz (pois Deus não morre), mas nos redimiu como Deus, pelos seus méritos infinitos. Ora, a natureza humana de Nosso Senhor e a natureza divina não podem ser separadas, pois a Redenção não existiria se Nosso Senhor tivesse morrido apenas como homem. Logo, Nossa Senhora, Mãe de Nosso Senhor, mesmo não sendo mãe da divindade, é Mãe de Deus, pois Nosso Senhor é Deus. Se negarmos a maternidade de Nossa Senhora, negaremos a redenção do gênero humano ou cairíamos no absurdo de dizer que Deus é mortal!
Os protestantes, admitindo que Jesus Cristo nasceu de Maria - e não podem negá-lo, pois está no Evangelho (Mt 1, 16) -, devem admitir: que a pessoa deste Jesus é divina; que Nossa Senhora é a Mãe desta pessoa; que ela é, portanto, Mãe de Deus! É um dilema sem saída do ponto de vista racional. Eres minha mãe!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

As últimas letras'


Enfim, isolada, sem medos, sem o que mais a guiava a distância, seu amor, o céu pesa sobre sua cabeça, não há problema nenhum, dessa vez a ausência do que mais a deixava presente se foi e de uma vez por todas.

- Por que ela ainda está aqui? Fidelidade à amizades, a união repleta de fé de sua família. Mesmo que o fim esteja tão nítido aos seus olhos, sua esperança é sua mera guardiã. O amor por ele ainda se faz presente..

Ele sabe, mas sua vida o puxa para kilômetros de distância mental e física dela.

Ela é mais forte que possam imaginar, mas isso não a impede dela sentir tanta saudade do que a move pelo mundo. Sabe qual o melhor de tudo isso? Ninguém realmente viveu sem um dia ter amado outro alguém verdadeiramente. Ela não está satisfeita, mas contente.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010



Hoje, sonhando acordada...
Numa estrada cumprida de um deserto corro a 250, atoa, apreciando o vento que rouba meus cabelos por instantes,ao som de Roulette, com os olhos meios fechados fugindo do sol de final de tarde, que faz contraste no meu rosto e me aquece em guerra com o vento que esfria meus braços, o sorriso da uma escapulida e emociona a mente que de tão vaga se ocupa de tanto mundo que abrigou dentro de mim, tanta vida que me fez rir de graça e derramou lágrimas irreais dos meus olhos... De tanto que já sei descobri que se há muito a saber... Que venha tudo afinal “a vida é uma guerra não qual não sairemos vivos”.
Desce uma lágrima, a mal educada invade o que é seu e pertence a mim... Logo a pós você me alivia tanto mesmo por dor ou felicidade, meu caminho é nu... Meu deserto e meu sol estão dando conta, eu também estou... As minhas lembranças me ensinam muito... Sou uma boa aprendiz?
Porém o opala me leva e alivia de lembranças, sozinha numa estrada na qual guarda um destino de altos e baixos, e o sol me faz enxergar meu novo caminho digno de ser apreciado pelos mais puros sentimentos de uma boa aprendiz.

Desde já..


A poucos passos de um destino mais desejado do que calculado ela se aproxima, felizmente, cada vez que o tempo intenso passa...’Você ainda pode voltar e tentar mudar isso, por mais que minha escolha não me deixe com tantas dúvidas pelas quais sinto que deveria sentir. Permito tua ausência, mas teu silêncio na minha vida pode conter interpretação equivocada. ’ É possível que isso seja uma ilusão de ótica afinal ela não é muito bem vinda quando o ambiente implora por uma boa observação a detalhes sentimentais. Ela ta tão transparente mas por acaso está vencendo a luta de não expor-se tanto á um abismo duvidoso. Ele pelo contrário deixa palavras ambíguas e com voz mental segura a faz entender o que ela não queria saber...e as vezes queria. Ela só quer passar o recado que se ela não levantar a voz e mostrar o que se passa com ele, ela vai continuar caminhando feliz e de olhos bem abertos por esse destino que a faz tão feliz e que qualquer esperança que ele um dia ainda possa ter terá de ser engolida, e o aviso será que o gosto é amargo demais . Esse é o troco dado a espertos que plantam incertezas na ‘caixa torácica’ de humanos do passado.