Quem sou eu

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O sentido mais provável que conseguiria me explicar, seria de palavras trocadas de um alguém com algum tipo de convivência ao meu lado, e que ainda não definiria tão bem o meu ser quanto o criador. Eu sou fruto do amor.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Ela bem que tentou fugir de seu tempo, de seus modos, suas palavras pessimistas, ignorou o fato de poder machucar qualquer outro ser, decepcionou-se ao reparar as injustiças e desigualdades deste planeta, quis alterar mais um capítulo da sua vida infinita, longe de tudo e de todos, agora ela amava o desconhecido. Desejava nobremente intensar-se de todas as versões de uma vida romântica sem amor, sem caridade alguma. Confirmara todas as manhãs que nada parecido com que ela havia vivido retornaria aos seus laços de futuro versátil. Confere. Ela estava mergulhada nos encantos de um sonho que ela só sentia e engolia nas dormidas sem muito compromisso, que até mesmo colaborava com sua visão cansada e seu corpo doente durante as recuperações de cada oposto que arrumara para machucar, este sonho a incomodava tanto quanto uma pedra no sapato de um desajeitado, pois ela não continha nenhum plano para o futuro, nenhum domínio, nenhuma vontade de acabar com tudo, desconhecia todas as palavras sinceras e impulsionadas por uma felicidade incontida, e a pior de todas as diferenças que ela reparara é o medo de finalizar tudo aquilo. Sua vida começara naquele instante, era o primeiro de um mês, um primeiro dia de um primeiro mês daquele de um certo ano.