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O sentido mais provável que conseguiria me explicar, seria de palavras trocadas de um alguém com algum tipo de convivência ao meu lado, e que ainda não definiria tão bem o meu ser quanto o criador. Eu sou fruto do amor.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Ele e Nosso Sentimento, Bárbaro.


E retuitei da menina que tem dois bares no nome: "esquecendo você".
Fiz minhas as palavras dela, por acaso é verdade. Mas não queria que fosse.
Agora sendo minhas as palavras, explico-me. Não, não ando sentindo exatamente nada, afeto, quem sabe? Mas se estou aqui de mãos dadas ainda contigo, lhe explico, esperança. E só.
Não me faz falta se quer um beijo, talvez um abraço.
Meu caráter não me deixa virar as costas mais para as coisas sadias, antes eu gostava tanto do estrago que eu fazia em mim e em quem e nas coisas que estivessem em volta. 
Geração saúde, entende? Quero sadios. Essa é a causa das nossas mãos cruzadas, aposto.
Ou não.




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