O café na cama era composto por suco de uva, biscoitos de chocolate, uma fruta e iogurte. A noite foi uma criança, com birras e direito a berreiro de choro e tudo. Ele a abraçou depois de toda as confissões, assustada entre soluços, eles sussurraram o 'Boa Noite!' naquela madrugada de frio deitados na sala. Ele conseguia ser dividido, não dentro da normalidade que de 100 ele era 50 para cada lado... Não, para ela ele era 100 até mesmo em contradições, perfeita simetria de cada conto que dele ecoava para os ouvidos dela, nada suspeito. Um par perfeito que se fosse grande, AH, se fosse formado apenas por gente grande...
Descalços na grama, antes de dormir, jogaram bola, cantaram e batucaram, caíram no chão abraçados e sorrindo. Ela ficou de ponta a cabeça pendurada pelas pernas no braço dele, rs, duas crianças. Tomaram refrigerante e se beijaram, com mãos encontradas e entrelaçadas. E amanhece, ela pesca o primeiro peixe, ele sorri e ainda ajuda a sua querida desengonçada. E ele acaba por espremer o limão no arroz. Uma descoberta deliciosa ao gosto dela, sempre adepta ao ácido e azedos. Planos para no futuro continuarem juntos, mas apenas com olhos ao profissionalismo. Velas no quarto. Como se fosse a primeira vez... Um erro. O último! Chegamos de mãos dadas e saímos abraçados aos beijos...
"Ela é pró na arte de pentelhar e aziar é campeã do mundo, a raiva era tanta."

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