
Acabara a sós, naturalista enrolada num cobertor desenhado delicadamente com tons e formas de pele de zebra. Que zebra. Que zica. Contradição escrota. Um amizade feia, outra avuada, outra interesseira e outra sonsa. Sem um tostão no bolso. Bolso falso. Que patético. Dinheiro antes que comprara mal e pouco. Agora nem cheiro se sente. O fumo toma conta do recinto. O amor envelheceu junto a última rosa que ganhara de um bobalhão. Café está amargo, não é gosto é falta, falta de assunto, de açúcar, de sexo. Os escritos dessa vez são feitos de lenha. O tom poético é zuado por um riso volta e meia de descrença. Caralho!
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