Não ouvi, nem o toquei, senti-o. O canto do seu amor pela vida. Assisti sentada ao banco madeirado ao lado os traços do teu desenho paisagístico proseando com seus olhos. Me incomodei com a pressão que seus dentes faziam em seus lábios inferiores para talvez firmar uma concentração grega. Pude então retomar meu anseio e concluir contigo que a união das cores na sua tela refletiam o seu sorriso inesperado de ver as borboletas do teu estômago concretas em cores misturadas conforme seus anseios e cintilantes desejos ousavam-se para o mundo.
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