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O sentido mais provável que conseguiria me explicar, seria de palavras trocadas de um alguém com algum tipo de convivência ao meu lado, e que ainda não definiria tão bem o meu ser quanto o criador. Eu sou fruto do amor.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

scrash'


– Ana e o Mar – “Por que o mar não se apaixona por uma lagoa?”

Em meio à voltas que ela dava no meio da sala, movia seus ombros e o quadril numa certeza e descombinada maneira de sentir a música ao vento pela pele, os músculos movidos pelo movimento um único e os toques se faziam concretos com o encontro de seus cílios superiores e inferiores molhados de lágrimas que só a emoção se responsabilizara. Podia sentir que estava errado e certo aquele amor, mas é amor, nunca é certo e muito menos e em mínimo errado. E que seja, é amor.

2 comentários:

  1. Walisson Lopes Barreto17 de agosto de 2011 às 05:11

    Eu via Ela, Ela inteira. Tinha certeza de que apenas Eu entendia, compreendia, acolhia, quando destilava a certeza de viver, e viver intensamente. Seus movimentos vicerais convenciam o meu raciocínio com argumentos novos e simples, pois que Ela, era apenas Ela. Beleza, música, entrega, verdade, vida... Linda mulher, estava em meu canto, só, mas o canto dilatou-se no mundo intenso de seu coração...

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