O sentido mais provável que conseguiria me explicar, seria de palavras trocadas de um alguém com algum tipo de convivência ao meu lado, e que ainda não definiria tão bem o meu ser quanto o criador. Eu sou fruto do amor.
São seus erros de concordância verbal e nominal que me apavoram, essa sua mania de trocar as letras de lugar, falar de traz para frente e perguntar do pássaro quando eu me refiro as nuvens.
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