
O ramalhete adrenalino que me afoga em sua vida, de cheiro incomum, forte, personal no qual temo e defino² em elegância, cavalheirismo e sabedoria distribuídos em centímetros de uma escultura, morena, serena, sucedida de desejos, composto pelos mistérios mais distantes que o olhar pode ir. Fragrância de toques sábios, palavras narradas ao ouvinte privilegiado. Em mais uma vez nem o exagero aproxima da sua forma multifocal.
'A tua doce liberdade ignota.' (suca)
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