
Eu sempre fui sinonimo de insegurança, uma amiga que moveria mundos e fundos para o bem do outro, uma filha sapeca e respondo na, uma irmã estilo capitã e sargento, neta meio desligada, sobrinha cheia de confusões, namorada maluca. Agora, não sei o que sou para todos. Posso ser orgulho dos meus pais, conselheira e amiga de meus irmãos, uma jovem responsável aos meus tios e avós, uma melhor amiga para eternidade, e uma namorada consciente. Dentro de mim uma alegria foi embora, outra sinto chegar, mas cheia de dúvidas, afinal, estou crescendo e aprendendo, largando minhas frescura e tomando uma mente adulta que as vezes acho que não serve para mim. Pode ser que tudo isso esteja me incomodando e me confortando. Antes eu gostava de ficar na rua o dia inteiro, hoje só quero ficar quietinha no meu canto esperando meu futuro e o planejando com cautela, afinal nava pode dar errado, ninguém gosta quando as coisas não saem como no planejado. É chato, ver seu passado de longe, cada amigo indo para um lugar, cada história boa de ser lembrada distanciando-se, suas responsabilidades cada vez maiores...isso dói na lá na boca do estômago. Apesar desse desabafo bobo. Estou descobrindo que tudo se ajeita na medida dos acontecimentos que as consequências provocam. Então, o bom mesmo é curtir cada pedacinho de cada momento de vida, para depois não nos arrependermos de ter deixado de fazer ou de ter feito. Ser um bom ser humano seria a melhor escolha.
Noosssa!! Como eu era péssima com pontuações. Ainda sou ruim....
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